Terça-feira, Junho 16, 2009

NÓIA VAI DISPUTAR A COPA RS

O presidente do Esporte Clube Novo Hamburgo, Elio Spindler, confirmou nesta manhã que o Noia irá disputar a Copa RS, que este ano se chamará Arthur Dallegrave, em homenagem ao ex-dirigente do Inter, que faleceu no ano passado. A competição tem início previsto para o mês de agosto. De acordo com ele, a direção do Noia esteve reunida durante todo este final de semana prospectando o futuro. No dia 6 de julho acontecerá uma reunião na Federação Gaúcha de Futebol (FGF) entre os clubes que participarão do torneio. O Novo Hamburgo foi campeão da Copa RS em 2005. Na foto, estão o presidente Elio Spindler e o presidente-adjunto Carlos Duarte, comandantes do Novo Hamburgo.

Fonte: Eduardo Pires/Onze!Futebol

Quinta-feira, Abril 30, 2009

SWEET HOME NOVO HAMBURGO

Caos...
Ruas solitárias em madrugadas frias.
Casas solitárias com pessoas frias.
Flâmulas alienígenas que a cidade defende com unhas e dentes.
Flâmulas que carregam o nome de uma metrópole próxima fisicamente de nós.
Tão próxima, mas que se distancia cada vez que proferimos o nome da cidade onde residimos: Novo Hamburgo.
Parece que falta algo...
E parece que esse estranhamento reside em cada um de nós.
Um estranhamento crescente, que alguns defendem com unhas e dentes.
Algumas vezes, nessa defesa, até perdem os dentes.
Pois pasmem, é o aniversário do Esporte Clube Novo Hamburgo!
Não vai ter supercarreata.
Não vai ter comemorações magníficas com direito à comerciais de televisão.
Não vai ter imprensa alardeando, não vai ter gente cantando hino, não vai ter nada disso.
Vai ter sim uma certa melancolia, um sentimento que poderíamos, e podemos ir mais longe...
Vai ter a mágoa perene de ver as oportunidades constantemente solapadas nos embates futebolísticos.
Vai ter essa sensação gostosa de dever cumprido, lutando de igual, uma briga desigual.
Não tem como competir, uma folha de R$ 100.000,00 (estou sendo otimista), com uma de R$ 5.000.000,00.
Não tem como competir com patrocinadores que injetam milhões, de encontro a outros que injetam milhares.
Não tem como competir com uma imprensa, que insiste em grasnar as mesmas velhas notícias, numa dicotomia idiota e persistente ignorando o que acontece aqui, debaixo do nosso nariz, e que nós estamos muito mais interessados em saber.
Sinto que este é um aniversário difícil para nós, assim como é para qualquer time do interior. É um momento bastante desanimador este. O aniversário de um velho broxa...
O campeonato gaúcho, que outrora era um empate com certa dificuldade, hoje se resume numa alternância de títulos que muito bem poderiam mudar o nome para campeonato metropolitano e nos poupar tempo, dinheiro, suor e lágrimas.
A FGF se omite num cômodo pedestal, a população se desvia; as torcidas ficam cada vez mais violentas... É um continuum torpor que no distancia cada vez mais do futebol, para nos fazer vestir uma marca.
É o aniversário do esporte clube Novo Hamburgo!
E daí?- você vai me perguntar.
Onde você mora?- eu vou te responder.
O clube, que não renega no nome da cidade que lhe sedia, é renegado pela cidade. Tal qual o filho que mora em casa, batalha pelo seu sustento, mas que é preterido pelos pais, a outro filho que mora no exterior, que mal liga pra casa, e que quando os pais adoecerem vai dar as costas pra eles numa ingratidão previsível.
Sweet home Novo Hamburgo
Where the skyes are so blue
Sweet home Novo Hamburgo
Vai tomar suco de xuxu!
Dá-lhe Nóia!!!
Feliz Aniversário!!!

Segunda-feira, Abril 27, 2009

ANIVERSÁRIO COM BAILE

Chegou uma das datas mais importantes do ano: o Aniversário do Esporte Clube Novo Hamburgo, festejado 1° de Maio, desde 1911. E além da homenagem a realizar-se na Câmara Municipal dia 30/04, onde parte da Sessão Extraordinária será destinada a homenagear o Anilado, o clube vai marcar orgulhosamente seus 98 anos com um grande Baile de Aniversário. A festa será realizada no dia 08 de maio de 2009, a partir das 20h30, no Restaurante Panorâmico da Fenac. O Evento contará com o Buffet Paulinho Pilatti e animação do Serginho Show. Os cartões podem ser adquiridos na secretaria do clube pelo fone (51) 35531900, das 8h às 11h30 e das 13h às 18h00, ou com o Pitia Bilhar pelo fone 98127211, ao valor de R$ 100,00 o casal. Vale muito a pena economizar e participar dessa grande festa! Força, Nóia! Dá-lhe, Nóia!

Local: Restaurante Panorâmico da Fenac
Buffet: Paulinho Pilatti
Animação: Serginho Show
Compras: Secretaria do clube pelo fone (51) 35531900
Valor: R$ 100,00 (casal)

Quarta-feira, Abril 22, 2009

O REPLAY DO FINAL

Passa desapercebido, mas todo ano a coisa se repete. A cada final de campeonato gaúcho - assim mesmo com letra minúscula - uma das “metades” do rio grande do sul - assim mesmo com minúscula quando o assunto é futebol - sobrepuja a outra, saindo às ruas para arrotar a “canja de galinha” na cara da outra “metade”. E não importa se a outra metade estava de fato disputando a tal final de campeonato. Afinal, o que não é da capital da província não importa, e assim tem sido desde os anos 50 quando a comunicação passou a ser “globalizada” para todo estado.

Acontece que nas duas últimas finais de gauchão, que de “ão” tem mostrado muito pouco, o certame traz a lembrança de seu agonizante FIM, sufocado pelos gritos da metade vermelha no caso destas duas últimas edições. O pior de tudo é que não se esperava nada diferente do que duas humilhantes finais de gauchão. Méritos da boa administração incontestável do Internacional à parte, que devem ser reconhecidos, mas não com ceticismo, foram duas finais de um campeonato em que um dos times da “dupla” humilhou adversários considerados terceira e quarta forças do estado do RS, da maneira mais vexatória possível. Não se quer dizer aqui que o time deveria tirar o pé ou coisa parecida por compaixão. O cerne é mais fundo. Está no que a goleada vergastante significa e reflete: os times do interior gaúcho sucumbiram. A questão está na fraqueza imensa e inversamente proporcional à força da “dupla”.

Quem já passou perto de um grupo de dirigentes do futebol profissional do interior já deve ter ouvido sobre “a aventura em fazer futebol no interior”. Uma aventura que exige o suor de quem a encampa, mas cujo sentido nas últimas décadas reside em rompantes heróicos e ilusões só possíveis por descuidos administrativos e/ou preparatórios de Grêmio e Inter, imperdoáveis para quem tem tanto apoio naquele que é o tripé de qualquer agremiação de sucesso: político, imprensa e torcida. Tudo o que falta aos times do interior. E pode-se garantir, não por falta de competência de seus diretores-aventureiros. Se já é difícil hoje em dia a qualquer cidadão gaúcho ser levado a sério ao declarar que torce por um time do interior, que dirá responder pela condução deste time.

Numa das pontas do problema, assim são tratadas as agremiações de fora da capital, mais o Zequinha, pela imprensa. De tão surrealistas que lhe parece, são ignoradas. O jogo sempre “é do Inter”, o confronto sempre “vale pontos para o Grêmio”. Está na chamada da TV, está nas palavras dos comentaristas, está nas manchetes dos jornais. E na maioria das vezes já não é mais intencional ou por maldade, apenas o é por osmose. A imprensa que vicejou no estado criou o “monstro”. E hoje depende tanto dele para subsistir quanto o contrário. É um negócio que rende milhões, mas não parece ter a ver com o esporte na sua essência. É um ecossistema construído em décadas, de uma alienação tal que faz este texto parecer surreal, incompreensível e de uma amargura digna de um infeliz idealista da vida.

Para ter certeza disso, basta observar mais atentamente a outra ponta: a Federação Gaúcha de Futebol, que tenta, mas não consegue sucesso em fazer muito para a mudança do cenário. De modo que sua atuação em relação ao interior tem se resumido a uma política de assistencialismo de fazer inveja ao Lula, onde cada benefício acaba sendo concedido como uma gorjeta de patrão. O aumento de verba de televisionamento para o Interior é apenas um dissídio da defasagem de anos e cria apenas um momento efêmero que geralmente acaba no pagamento de dívidas. A FGF não consegue impor fórmulas e nem políticas que fomentem o crescimento do futebol de maneira orgânica. Assim, mesmo com alguma intenção boa para com quem melhor justifica sua existência, a federação tem de dançar conforme a música da capital. Não fosse assim, os nomes das taças dos dois turnos do campeonato não seriam de dirigentes da “dupla”, cada um com a sua, e talvez não tivesse sido historicamente tão condescendente com atitudes como a do Inter em proibir um jogador de disputar a final do campeonato porque o passe deste jogador, um profissional, pertence ao clube. Isso lembra algo da infância, quando o chato dono da bola se emburrava e acabava com a “pelada”. A federação se omitiu.

Omissão de um lado, demissões de outro. Clubes do interior não conseguem manter seus plantéis de uma temporada para outra. A cada nova temporada uma enxurrada de novas contratações inundam os vestiários do interior, sem tempo de adaptação. O resultado disso a dupla conhece: pouco ou nenhum comprometimento do atleta para com os já escassos planejamentos.

Na ponta financeira, onde a questão é sentida diretamente, o problema é ainda maior. E mais sem volta ainda. Que patrocinador tem interesse em dar dinheiro a um clube sem força política, sem apoio da sua federação e que quase nunca aparecerá nas manchetes, salvo nas gloriosas oportunidades em que poderá bater uma bolinha com os primos ricos? Afora motivos passionais e alguma visão estratégica mais aprofundada, clubes do interior não conseguem se vender como uma possibilidade de marketing.

Entretanto, tudo o que parece explicar a hegemonia aparentemente compreensível encontra o contraponto nos benefícios que uma utópica democratização do futebol gaúcho teria. Não seria melhor ter mais craques revelados ao Brasil e ao mundo do que a peneira da “dupla” consegue absorver? Mais dinheiro circulando e fomentando o esporte como negócio lucrativo para patrocinadores e clubes? Com isso, mais clubes de porte respeitável empregando mais pessoas? Dessa maneira, uma federação mais robusta e representativa, com consequente maior respeito no cenário nacional? O esporte passando a exercer plena e amplamente seu papel social de inclusão de cidadãos nas comunidades gaúchas? Assim, comunidades recebendo os benefícios do esporte. E o esporte exercendo seu papel, que é plural?

Mas por hora isso não passa de devaneio. É mais fácil transferir a data das finais dos campeonatos gaúchos para o dia 2 de Novembro, dia de finados. Afinal, o futebol sulino segue assim: toda final de Gauchão é o replay do fim do futebol gaúcho.

Quinta-feira, Abril 16, 2009

ANILADO NUNCA ESQUECE SEU CLUBE


"Fala galera,morei em NH nos anos 70,é com muita alegria e saudades que pergunto :Ainda existe a torcida Àguias Aniladas,da qual fui participante e presenciei uma vitória sobre o INTER em 78..79( ?? ) por 1 x 0 com gol de Paraná do meio campo no goleiro Benitez ? O estádio Santa Rosa do qual meu saudoso pai(Antonio Wilson Bersan)foi diretor junto co InigoFischer ainda existe? E o Aimoré de São Leopoldo,que rivalizava no "Classico do Vale dos Sinos" ???Um abraço de quem está distante ,mas que jamais esquecerá o "ANILADO"!! Eduardo Bersan _RIO_
Bersan | Email | 16-04-2009 15:11:33"

O post acima é um comentário no post logo abaixo deste, mas achei que merecia um destaque maior. Afinal, é mais do que um comentário. É uma prova viva, uma demosntração daquilo que sentimos em nossos corações: quem é Anilado nunca esquece seu time, nunca o abandona. Isso ninguém sabe se a duplinha da capital teria, afinal, a dupla está sempre na mídia e nunca, absolutamente nunca foi colocada à prova. O Nóia é constantemente. Então mais do que vale responder ao Bersan em post público e aberto. Bersan, a torcida Águias Aniladas não existe mais, infelizmente não sabemos qual seu fim, nem quando isso aconteceu. O Estádio Santa Rosa existe, mas foi vendido em 2001 para a Feevale como uma medida vital para o clube. Graças à coragem dessa medida, hoje o Nóia tem um novo estádio, no bairro Liberdade, que ainda está em construção, apesar de inaugurado em 2008 e pronto para receber partidas oficiais. Já jogamos todo o Gauchão 2009 na casa nova. O Aimoré, eterno rival nosso, está disputando a segunda divisão, desde 2006, tentando voltar à elite do futebol gaúcho. Algo para o que todos aqui torcemos, esperando pela volta do verdadeiro clássico do Vale do Sinos. Esperamos tê-lo ajudado. Grande abraço!

Sexta-feira, Abril 03, 2009

Gaúchão 2009: JÁ VAI TARDE!

Estou extremamente frustrado com a campanha do Esporte Clube Novo Hamburgo neste Campeonato Gaúcho. O time que era apontado como uma das forças para 2009, acabou sendo um retumbante fracasso. Sei das dificuldades extra campo, mas temos uma estrutura que poucos clubes do interior tem. Não posso acreditar que nossos dirigentes tem menos capacidade do que pessoas que trabalham no Santa Cruz, Avenida, Veranópolis, São José, Inter SM, etc. Mesmo diante da saída de Gilmar Iser, é inadmissível uma queda tão drástica de rendimento. A direção anilada errou em efetivar Paulo Turra, errou em não despedi-lo diante do péssimo rendimento do time durante a competição e o pior de tudo, errou em mante-lo para o restante de 2009. Acho que Turra tem perfil para vir a ser um grande técnico. Ele é jovem, trabalhador, sério, enfim, tem potencial para se destacar. O problema é que ele precisa crescer passo a passo, seguindo a ordem natural das coisas. Seria excelente para ele, começar a carreira em times de menor expressão, onde trabalharia sem pressão, podendo desenvolver com tranqüilidade seu estilo de trabalho e suas idéias. Aí sim, quando os resultados começarem a aparecer, vir para um clube como o Noia. A direção anilada precisa entender que o Gaúchão 2010 começa hoje e já começar com uma grande interrogação, não é aconselhável. O técnico é o elemento mais importante que um time pode ter e exemplos para isso não faltam. Acho que a primeira atitude da direção seria contratar um técnico como Tonho Gil, Picinini, Gilmar Dal Pozo, Círio Quadros, profissionais que estão mostrando resultados dentro do Gaúchão e que possuem a experiência necessária para montar um grande time.
Mesmo diante de péssimas atuações e alguns vexames, como a goleada sofrida diante do Grêmio e a derrota para o Brasil, algumas coisas boas se salientaram e devem ser mantidas. Gostei do preparo físico do time (com exceção de Sapucaia e Giancarlo), que sempre correu até o final das partidas. Na grande maioria das vezes, os atletas foram bravos, unidos e lutaram muito, gostei deste espírito. Alguns jogadores como Willian Feijó, Flávio, Jandson, Gillian, Émerson, deram uma boa resposta e deveriam ser mantidos, outros, que nem vou citar, não jogariam nem no Arrancatoquense do Norte. 2009 está recém começando e a direção anilada tem muito trabalho pela frente. Dívidas a sanar, continuação das obras no Estádio do Vale e a formação do time para a Copa RS e Gaúchão 2010. Inteligência e força de vontade não faltam para Élio Spindler e sua direção. Muitas coisas boas foram feitas em apenas alguns meses de administração e acredito que este campeonato tenha servido como aprendizado para o presidente.
O apoio da torcida, ainda não foi o esperado, mas com o passar do tempo, a população vai se familiarizando com o Estádio do Vale e logo teremos o metrô, que vai facilitar o acesso. Cabe a nós, comunidade, torcida, políticos, empresários, imprensa, darmos apoio ao clube nesta nova etapa de sua vida. O Noia é um clube de enorme tradição dentro do futebol gaúcho e está prestes a se tornar centenário. DÁ-LHE NOIA!

Abraço


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Como você gostaria que se chamasse o novo Estádio do Nóia?
Arena Anilada
Estádio Arena do Sinos
Estádio da Imigração
Estádio da Liberdade
Estádio Independente
Estádio Inigo Fischer
Estádio Floriano
Estádio Força Anil
Estádio Reinaldo Reisswitz
Estádio Rosalvo Johann


Momentos marcantes do Nóia.

ÁUDIOS

VÍDEOS


Imagens da torcida e do Nóia.

ÁLBUM COMPLETO

FOTOLOG NOVO ESTÁDIO


Sites amigos e relacionados ao Nóia.


Acessórios para desks anilados.


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